Por acaso ou não, troque algumas palavras do currículo e eu vejo exatamente minha formação, heheh
Mas o mais divertido (às vezes tragicômico) é não ser enxergado onde a gente está, mais ou menos como aquela pesquisa do psicólogo que se tornou invisível se vestindo de lixeiro. A diferença é que nesse caso não nos vestimos de lixeiro, enquanto alguns incautos enxergam em nós algo semelhante ao estatuto social dos lixeiros. Suprema questão ética, de fato.
E a charge de hoje do Dahmer acaba sendo o patinho feio dessa tua, tão afim aos discursos corporativos (quem sabe algum palestrante a utilize em um super-show de powerpoint?): http://www.malvados.com.br/index1339.html
Já o Thomas Kuhn, se estivesse vivo, estaria muito bem, como milhares de seus acólitos gringos escrevendo papers inúteis. Nada como um lixeiro, quer dizer judoca, chamado Eduardo Santos, para dar outro exemplo.
Olha, conheço duas pessoas que entendem muito de epistemologia. Um é César e outro o Catatau. Se o César saiu parecido, bom, foi por acaso ou por conta do inconsciente, dependendo da interpretação teórica. Se a formação ficou parecida com a do Catatau é porque essa penso eu ser a melhor formação para um epistemólogo…
Bom, mas no fundo eu só queria fazer um trocadalho do carrilho com a ideia de conserto de paradigmas. Sinceramente não aguento mais falarem na quebra deles. É só alguém tropeçar e já quebrou um paradigma.
Isso parece aquele personagem do livro: Como me tornei estúpido. Será que ele irá conseguir consertar muitos paradigmas quebrados?
Comment by Marcelo— 6, outubro 06UTC 2009 #
Se põe uma boina eu diria se tratar do César.
Rs, abraço!
Comment by Angelo Horst— 6, outubro 06UTC 2009 #
Muito bom. (mas ele vai ter trabalho!)
Comment by Elton— 7, outubro 07UTC 2009 #
Por acaso ou não, troque algumas palavras do currículo e eu vejo exatamente minha formação, heheh
Mas o mais divertido (às vezes tragicômico) é não ser enxergado onde a gente está, mais ou menos como aquela pesquisa do psicólogo que se tornou invisível se vestindo de lixeiro. A diferença é que nesse caso não nos vestimos de lixeiro, enquanto alguns incautos enxergam em nós algo semelhante ao estatuto social dos lixeiros. Suprema questão ética, de fato.
E a charge de hoje do Dahmer acaba sendo o patinho feio dessa tua, tão afim aos discursos corporativos (quem sabe algum palestrante a utilize em um super-show de powerpoint?): http://www.malvados.com.br/index1339.html
Já o Thomas Kuhn, se estivesse vivo, estaria muito bem, como milhares de seus acólitos gringos escrevendo papers inúteis. Nada como um lixeiro, quer dizer judoca, chamado Eduardo Santos, para dar outro exemplo.
Comment by Catatau— 7, outubro 07UTC 2009 #
Olha, conheço duas pessoas que entendem muito de epistemologia. Um é César e outro o Catatau. Se o César saiu parecido, bom, foi por acaso ou por conta do inconsciente, dependendo da interpretação teórica. Se a formação ficou parecida com a do Catatau é porque essa penso eu ser a melhor formação para um epistemólogo…
Bom, mas no fundo eu só queria fazer um trocadalho do carrilho com a ideia de conserto de paradigmas. Sinceramente não aguento mais falarem na quebra deles. É só alguém tropeçar e já quebrou um paradigma.
Quanto ao mercado, é um deus burro.
Mas não entendi o exemplo do judoca, Catatau…
Comment by meandros— 8, outubro 08UTC 2009 #
Realmente,
Apesar de que para mim, ele pareceu ter um certo “espírito empreendedor”.
[]s.
Lucio Flausino
Comment by Flausino, L— 11, outubro 11UTC 2009 #
hahahahahahahaha
pobre.
em mais de um sentido.
E ainda assim fazendo muito, muito sentido.
Ótima sacada.
Um abraço
Comment by Marcela Ortolan— 11, outubro 11UTC 2009 #
paradigma é uma palavra realmente estranha…
Comment by Dri— 23, outubro 23UTC 2009 #