a foz do meandros
6, junho 06UTC 2012 às 8:53 pm | Publicado em meandros | 3 ComentáriosTags: o fim
Verdade seja dita, as águas do meandros já deixaram de rolar faz tempo. Faltava é coragem de admitir e oficialmente encerrar as atividades deste espaço.
Deixei muitos posts pela metade, muitas ideias de desenhos e textos que morreram na casca. Isto causava mais aflição do que a satisfação dos poucos bits publicados. Sinal de que é preciso parar.
Nestes 6 anos, este blogue gerou novos e consolidou velhos amigos. Este é seu grande mérito. Alguns posts também geraram boas discussões, alguns desenhos ilustraram camisetas, panfletos cicloativistas e até mesmo provas de filosofia. Foi uma alegria encontrar de vez em quando algumas ideias nascidas aqui citadas em palestras ou contextos muito diferentes. Embora modesto, o meandros teve um alcance maior do que o esperado.
Do Bennet.
A realidade offline neste momento da vida mostra-se imperativa. As redes sociais (na qual incluo a poderosa blogosfera) tomam o tempo não disponível e criam a (muitas vezes) falsa ilusão de produtividade. Quero ficar na geração 1.0. Cometi orkuticídio cedo, nunca entrei no facebook e mantenho a conta no twitter só para registrar algumas sacadas e trocadilhos (na maioria autoria da minha mulher) e no skoob para organizar minhas leituras de lazer.
Do Liniers.
Quando as crianças crescerem, quando eu terminar o doutorado, quando minha carga horária diminuir, quando eu puder compor rocks rurais… talvez eu ressucite este blogue. Talvez com outro nome, outra proposta, outro formato ou, até mesmo, outro autor. Sabe-se lá para onde vai a água do rio quando encontra o mar.
Um grande obrigado para quem acompanhou até agora. Um sincero e forte abraço!
não é o fim
2, outubro 02UTC 2011 às 1:06 am | Publicado em meandros | 3 ComentáriosNão é o fim do blogue. Mas estava devendo uma explicação ao eventual leitor que pode aparecer por aqui. Trata-se de um hiato indeterminado que já em acontecendo há algum tempo.
Estou em exílio voluntário nos serviços não-vitais das internet (entenda-se redes sociais e entretenimento). Isto tem me feito um bem danado, sobretudo no manejo do tempo. Enquanto tiver um doutorado para tocar e crianças pequenas para cuidar provavelmente será assim. Mas, de repente, pode surgir um novo post a qualquer momento, porém sem compromisso.
Sinto falta do blogue, é verdade. Principalmente do contato com os amigos que aqui fiz ou aperfeiçoei a amizade. Mas isto há de voltar, cada coisa a seu tempo.
Por hora, deixemos os duendes do Liniers de castigo observando as rasas funduras destes meandros parados.
menos blogues, mais livros
23, janeiro 23UTC 2011 às 9:37 pm | Publicado em desenhos, meandros | 3 Comentáriosrabiscos
26, junho 26UTC 2010 às 9:20 pm | Publicado em desenhos, meandros | 2 ComentáriosUma caneta na mão e ideias altamente voláteis na cabeça.
rastros
14, julho 14UTC 2009 às 1:39 pm | Publicado em meandros, poesia | Deixe um comentário
“A minha voz se confunde
com a voz do vento subindo
que tendo rumo e destino
também canta sobre os pastos
.
E nos ermos campos vastos
eu canto sobre o que sei e que penso
sobre os varzedos imensos
onde desenho os meus rastros”
Luiz Marenco
dia do rio
24, novembro 24UTC 2008 às 3:58 pm | Publicado em meandros | 1 ComentárioTags: meandros, rio Belém, rio Iguaçu
Hoje é o dia do rio. Data que não pode ser esquecida por este blogue hídrico.
Imagem daqui.
.
A propósito, a Gazeta do Povo está com uma série de reportagens bastanta interessante que apresenta toda a extensão do rio Iguaçu, o nosso rio mais paranaense. Destaque para o trecho de hoje, onde o rio passa nas cercanias de Curitiba, e é considerado o segundo rio mais poluído do país. (Os vídeos da reportagem são a melhor parte).
E o Grupo Lumen de comunicação conduz uma importante campanha para a revitalização do rio Belém, o nosso rio mais curitibano. Se o rio Iguaçu fica poluído passando pela capital, o rio Belém, que nasce e morre dentro da cidade, fica poluído passando pelo centro.
Salve(m) o rio!
misteriosos meandros
7, novembro 07UTC 2008 às 12:05 pm | Publicado em meandros | 1 ComentárioFazia tempo que não publicava algum meandro. E tenho que fazer juz ao título do blogue.
meandros macarrônicos
3, agosto 03UTC 2008 às 10:39 am | Publicado em meandros | 1 ComentárioHagar, de Dick Browne
barulhinho bom
21, abril 21UTC 2008 às 3:06 pm | Publicado em meandros | 5 Comentários
Tenho uma mania. Costumo dormir sempre com o ventilador ou aquecedor ligado (só ficam ligados por alguns minutos, depois o timer desliga-os automaticamente). Não pela sensação térmica que eles proporcionam. Longe disso. É pelo barulho.
(Coisa que dificilmente os vendedores de eletrodomésticos entendem quando supreendidos de que não quero uma aparelho silencioso. E hoje como está difícil encontrar os barulhentos!)
O barulhinho baixo e constante inibe os ruídos que estou exposto na movimentada rua que moro e induz ao sono num agradável condicionamento há muito tempo consolidado.
Nem sempre, porém, há um equipamento destes disponível. Por isso alguns anos atrás comprei um desses CD´s de sons da natureza apenas com o barulho de cachoeira. Como dizia o encarte do CD, eram 51 minutos de “splishs, splashs and drops“. Para ouvir no discman no ônibus ou mesmo em casa durante o dia em qualquer intensidade. O CD literalmente furou de tanto ser tocado.
Para resolver o problema meu irmão gravou uma versão da cachoeira e outras de sons similares (chuva, onda, ventilador, secador de cabelo) e me ofereceu em mp3. Pronto, agora além de uma mobilidade muito melhor graças ao mp3 player, a facilidade para ouvir no computador.
Disponibilizo agora aos queridos leitores do blogue o barulho da cachoeira. A melhor trilha sonora dos meandros.
(Alguém sabe como colar um playerzinho de mp3 aqui nesta versão gratuita do wordpress? Bati a cabeça e não consegui sozinho…)
os meandros do rio iguaçu
20, março 20UTC 2008 às 11:45 pm | Publicado em meandros | 5 ComentáriosAbaixo segue uma parte do painel “Rio Iguaçu” de Rogério Dias que fica no Centro Cívico de Curitiba, pertinho da rótula. Da nascente à foz, a obra retrata elementos que só um bom paranaense poderia reconhecer.
Quem quiser conhecê-lo sem esta rotação de 90º que vá na fonte, que é muito melhor que esta torpe reprodução.
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