como eu blogo?

4, março 04UTC 2007 às 10:45 pm | Publicado em sem categoria melhor | 2 Comentários

Hugo

Tira do Laerte.

O catatau me fez uma pergunta, que faz parte de uma corrente na blogosfera. Como amante da liberdade, não sou fã de correntes. Mas esta creio que vale a pena.

Como eu blogo? Confesso que se a pergunta fosse “por que” não saberia responder a contento.

Eu blogo quando tenho necessidade de escrever, de desenhar, enfim, necessidade de criação e expressão. Quando quero opinar, divulgar ou simplesmente reproduzir algo bom e interessante como amigos que recomendam um bom filme.

Escrevo pelo prazer de escrever. Desenho pelo prazer de desenhar. Altero o código do blogue (o que anda meio difícil com o wordpress não pago) para deixá-lo mais parecido comigo e sorrir ao a página.

Se alguém ler, comentar e/ou discustir o que posto, tanto melhor. Sinal que minha expressão repercutiu em alguém. Se não, valeu a expressão pela expressão.

É isto. Agora que já cumpri minha dívida, digo que me sinto mais à vontade para quebrar correntes do que em passá-las para frente. Assim, não indico ninguém para continuar esta corrente em especial. Se quiser responder esta pergunta, sinta-se convidado a fazê-lo.

Como você bloga?

2 Comentários »

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  1. ah, mas essa ‘corrente’ não era para prender ninguém… chame como ‘uma pergunta no meio da tertúlia’… sabendo que as tertulias são bem reais, prologam-se às vezes por anos ou uma vida, e que podem utilizar de vários meios…

  2. Hahahaha, acho que o Catatau passou a corrente para dois quebradores compulsivos de conrrentes ahahahah Vou responder porque o tema é interessante, mesmo – já nas indicações vou seguir o seu exemplo.

    Adorei a tirinha! O Dahmer, dos Malvados, também tem algumas sobre blogueiros (tudo malvado, claro, mas muito divertido).

    Também gosto de escrever, e só descobri que podia faze-lo por conta do blog. Sobre escrever ser um prazer, lembrou-me de uma frase:

    “Truman Capote disse que Deus, quando dá a você uma vocação, dá também um chicote, que só serve para a autoflagelação. E afirmou:
    – Eu me divertia muito escrevendo. Parei de me divertir quando descobri a diferença entre escrever mal e bem. Depois fiz uma descoberta ainda mais importante: a diferença entre escrever bem e a verdadeira arte. Foi brutal. Aí é que entra o chicote.” Fernando Sabino, O tabuleiro de damas

    beijos

    ps.: te dou razão lá no post do Jacaré…


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