dia de prova

10, abril 10-03:00 2007 às 12:49 pm | Publicado em marcelino pão & suco | 3 Comentários

 

Quem nunca rezou em dia de prova atire a primeira pedra.

No mais, um pouco de moral cristã + postergação + brincadeiras clássicas da infância.

 

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feliz páscoa!

8, abril 08-03:00 2007 às 5:09 am | Publicado em cotidiano | 2 Comentários

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Uma ótima passagem para você e para todos os seus!

as pedras do parque barigüi

7, abril 07-03:00 2007 às 3:42 am | Publicado em curitiba de pedra | 2 Comentários

A estátua de hoje é uma reprodução da obra “Luar do Sertão” do escultor (e pintor) morretense João Turin. Ela fica em uma parte pouco conhecida do parque Barigüi, entre os bairros da Mercês e de Santa Felicidade e dá uma visão privilegiada do alto para a av. Manoel Ribas. Esta estátua ficava à sombra de um carvalho centenário que foi derrubado aos poucos faz alguns anos.

Há outra réplica idêntica em uma rótula da av. Cândido de Abreu, no Centro Cívico.

Ninguém melhor do que estes felinos para comentar o trânsito de Curitiba. No melhor estilo: “menos velozes, mais furiosos“.

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sexta-feira santa

6, abril 06-03:00 2007 às 3:45 am | Publicado em cotidiano | 2 Comentários

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O Cine Morgenau foi um tradicional cinema que rua de Curitiba que exibia filmes pornôs ininterruptamente. Exceto na sexta-feira santa. Neste dia, ele deixava de mostrar paixões calientes para apresentar a Paixão de Cristo. Não o sanguinolento filme do Mel Gibson, mas uma filme francês mudo e colorido por computador de 1914.

Curioso como em um dia sagrado a ordem era não cometer pecado. Nos dias profanos podia! Muito provavelmente os freqüentadores do cinema não eram os mesmos e os segundos deveriam estranhar o cheiro daquela sala.

De qualquer modo, é sabido que as igrejas costumam lotar no dia dia hoje, mas no domingo de Páscoa ou na vigília do Sábado Santo (a mais importante cerimônia cristã) sobram lugares. Cristo morto incomoda menos.

“nada se cria, tudo se copia”

5, abril 05-03:00 2007 às 8:11 am | Publicado em educação | 3 Comentários

Acabei  de copiar e colar um post que fez muito sucesso no ano passado sobre plágio e desonestidade acadêmica (trata-se de um auto-plágio?). Eu precisava fazer alguma coisa depois de corrigir uma monografia de especilização copiada da internet quase na íntegra.

Para quem já conhece o texto, vale dar uma conferida nos links que adicionei no final.

Para que não conhece, ei-lo:

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A analogia está até meio desgastada, mas é perfeita! O Google é o Oráculo contemporâneo. Ele responde qualquer coisa, qualquer coisa! Duvido que o Oráculo de Delfos (se não levarmos em conta as festas com as sacerdotisas embriagadas) era tão bom quanto este. Sabendo perguntar e sabendo um mínimo de inglês instrumental, o mecanismo de busca encontra resposta até para a questão da vida, do universo e tudo mais.

Que dirá o auxílio que ele presta para um trabalho escolar, trabalho acadêmico, uma monografia, uma dissertação e uma tese. Auxílio aqui é eufemismo pois um copiar + colar resolve o trabalho inteiro. Quem precisa escrever alguma coisa? Já está tudo lá.

Tenho sofrido e me decepcionado, como muitos colegas professores, na correção de monografias e trabalhos. É uma epidemia de plágios! Na devolução dos trabalhos e orientações de monografias, após afirmar com veemência que plágio dá cadeia, pacientemente explico aos criminosos: “A cópia de qualquer trecho é plágio. A cópia de qualquer trecho com aspas e menção da fonte é citação. Chamamos um bom número de plágios de lixo. Chamamos um bom número de citações de pesquisa. O que custa citar e comentar o trabalho alheio?”.

Mas é claro que a raízes do problema são mais profundas que a simples “preguiça mental” do aluno. Esta epidemia é herança da velha concepção conteudista de Educação que ainda afirma: “fechem os livros que vamos começar a prova”. Ou seja, decorem e depois podem esquecer.

Não há qualquer diferença entre copiar um verbete dos tomos vermelhos desbotados da Barsa e o modernoso CTRL C + CTRL V, embora hoje existam escolas que pedem trabalhos manuscritos acreditando que, ao menos assim, os alunos lerão o que estarão escrevendo.

Para todo e qualquer problema prático, teórico e profissional a resposta deve ser abrir os livros, buscar sites confiáveis, recorrer, enfim, à literatura e reler a problemática à luz desta teoria. Opa, a reflexão e a contribuição pessoal sobre o conhecimento socialmente construído permite que, numa outra desgastada porém efetiva analogia, subamos nos ombros de gigantes.

A Educação deve promover a reflexão para que assim os alunos não realizem plágios, mas queiram enxergar horizontes mais longevos. Que belíssimo!

Agora, para aqueles alunos que, apesar disto, ainda insistam em continuar encarando a Educação como uma prestação de serviço e sentindo-se no direito de comprar suas monografias ou consultar o oráculo sem citar fonte, há uma solução para facilitar a vida do professor!

Colega, você não precisa mais recorrer ao mesmo oráculo e digitar cada frase que considerar suspeita no trabalho de seus alunos. Existe um programa que faz isto automaticamente e tem me ajudado tanto que merece uma propaganda gratuita.

O Farejador de Plágios é um software desenvolvido pelo Engenheiro da Computação Maximiliano Zambonatto Pezzin que procura na internet todas as frases presentes em um arquivo de Word e dá uma boa indicação de onde estão as citações/plágios. A versão shareware pode ser baixada gratuitamente e já quebra um bom galho.

A tempo, a frase que dá título a esta postagem é do saudoso (!) Aberlado Barbosa, o Chacrinha, que, prafraseando Lavoisier, referia-se à televisão. Pena que ele não conheceu a internet.

P.S.:

  • Dicas de outros programas para detectar plágio na internet e mais comentários sobre o tema aqui.
  • O outro lado da história, no cotidiano de quem trabalha escrevendo monografias aqui (imperdível, na revista piauí deste mês).

meandros chineses

2, abril 02-03:00 2007 às 5:37 pm | Publicado em meandros | 4 Comentários

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Uma nota de rodapé do romance Musashi (1999, p.149), sobre o mais famoso samurai de todos os tempos, traz a seguinte lição sobre as águas de um rio:

“A água é submissa, mas tudo conquista. A água extingue o fogo ou, diante de uma provável derrota, escapa como vapor e se refaz. A água carrega a terra macia, ou quando se defronta com rochedos, procura um caminho ao redor. A água corrói o ferro até que ele se desintegra em poeira; satura tanto a atmosfera que leva à morte o vento. A água dá lugar aos obstáculos com aparente humildade, pois nenhuma força pode impedi-la de seguir seu curso traçado para o mar. A água conquista pela submissão; jamais ataca, mas sempre ganha a batalha”

Tao Cheng de Nan Yeo

as pedras da praça 19 de dezembo

1, abril 01-03:00 2007 às 5:40 pm | Publicado em curitiba de pedra | 2 Comentários

Em tempos de globalização, é moda escrever sobre a própria aldeia, mas para se referir ao mundo inteiro. Começo uma série de tirinhas com a intenção de escrever (e desenhar) sobre a minha aldeia para me referir apenas à própria aldeia.

Talvez os leitores que estão em Londrina, Seatle, Amsterdam, Lagos ou Tóquio não achem muita graça. Paciência. Escreverei e desenharei para Curitiba.

E já que o curitibano não é de falar muito, resolvi dar voz às estátuas daqui. Quem é morador vai reconhecer os lugares. Segue a primeira:

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