a pochete, esta incompreendida

13, novembro 13-03:00 2008 às 8:21 pm | Publicado em cotidiano | 8 Comentários
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pocheteTorço para que chegue logo o dia em que todos poderão andar por aí de pijamas. Ou então nús, por que não? Em outras palavras, entre o conforto e a estética fico com o conforto. O mesmo vale para a eficácia e a estética, fico com a eficácia. Não nego que seja um critério válido, mas a belezura não faz parte de meus itens iniciais na tomada de decisão.

Por isso fiquei satisfeito ao saber que a pochete será uma tendência no próximo verão. Talvez assim não me olhem com tanta estranheza quando chegar com alguma.

Sim, sou usuário de pochete e acho muito estranho ter que me justificar (quase pedir desculpas!) por isso.  Afinal, a pochete é extremamente prática! Não tem todo o volume e desconforto de uma bolsa, guarda perfeitamente itens pequenos como chaves, carteira ou celular sem encher os bolsos das calças e, ainda, mantém as mãos livres. Não é pouco.

Permite, por exemplo, que eu possa sacar o controle do portão e abrí-lo sem descer da bicicleta ou tirar uma foto fodástica em um momento único simplesmente sacando a máquina digital que está -literalmente- a tiracolo.

É claro que pochete deve ser discreta e bem posicionada e, nisto, pode haver até um certo charme. Basta que digam que ela tem algum charme, como está acontecendo agora. Não é isso a moda?

O problema é que, pela própria definição, esta onda (que ainda nem começou) deve passar. Assim mesmo. Nisso concordo com Oscar Wilde: se a moda fosse uma coisa boa, não precisava ser trocada a cada seis meses.

No vídeo: reflexões sobre o tema com Kevin Johansen.

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