humor engraçado

26, agosto 26UTC 2009 às 10:09 pm | Publicado em literatura | 2 Comentários

Desde Hipócrates, temos dividido e classificados vários tipos de humor. Referindo-se ao humor que potencializa o comportamento (e não aos líquidos) e, mais especificamente, ao gênero artístico que nos faz sorrir (e não os estados de humor negativos), há ainda várias clasificações. Humor gráfico, non-sense, pastelão, cult, escrachado, negro e por aí vai. Temos muitos engraçadinhos por aí. O problema é que muitas vezes  os humores (e os engraçadinhos) acabam não tendo graça nenhuma. É por isso que é muito bom encontrar um livro de humor com qual se ri. E ri muito.

Diário de um Banana, de Jeff Kiney, é um livro para pré-adolescentes, sobre pré-adolescentes com elementos de HQ e um texto de qualidade inquestionável. Atrás da simplicidade da proposta (é um diário que conta as experiências pessoais do personagem principal), dos desenhos (são bonecos de palitinhos melhorados) e das frases curtas e simples (ainda escritas com uma fonte estilo “comics” em linhas de caderno) há uma crítica sagaz ao comportamento típico desta faixa etária. E se engana quem espera encontrar elementos infantis. Ganha da maioria das obras “adultas” na lista dos mais vendidos.

Ah, e tem principalmente piadas. E boas piadas, como esta abaixo.

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Já foi publicada o segundo volume aqui no Brasil (“Rodrick é o Cara”).  O original está no terceiro volume e há mais dois previstos. Além de uma adaptação cinematográfica.  Para quem quiser rir, fica a dica.

retardados do mundo, uni-vos

20, agosto 20UTC 2009 às 9:15 pm | Publicado em psicologia | 3 Comentários

Um método de reduzir, reciclar e reutilizar para pessoas que queremos ofender? Não, o livro abaixo é sobre outro tema.

congresso 030

“Os três ‘R’ para o Retardado (repetição, relaxação e rotina)” é de uma época em que esta expressão era utilizada como termo científico. Assim como cretino, idiota, tonto, débil mental e mongolóide. Todas diziam respeito a algum grau de deficiência mental, seguindo o desenho da curva normal. Débil mental era quem estava a um desvio-padrão abaixo da média, imbecil a dois e idiota a três. Os termos técnicos se tornaram xingamentos (idiota deveria ofender mais que imbecil, nesta lógica) e novos termos surgiram para dizer a mesma coisa.

E caso a inteligência geral da população mundial esteja aumentando (há o efeito Flynn, que sugere esta possibilidade), as pessoas que hoje são limítrofes em sua capacidade cognitiva se tornarão deficientes e os com inteligência média, limítrofes?

Se o gênero humano muda, sorte a nossa que nossa ciência também pode mudar.

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