uma noite em curitiba

9, maio 09UTC 2011 às 11:28 pm | Publicado em literatura | 1 Comentário

Este livro carrega ao mesmo tempo as principais características consagradas em livros diferentes da prosa do Tezza. Possui traços autobiográficos (o personagem principal é um professor universitário da área de humanas), dois narradores (há cartas do pai e narrativas do filho preenchendo as lacunas), cenário no centro de Curitiba (o máximo de afastamento da trama é na BR, limite da cidade)e as deliciosas digressões dos narradores em suas elocubrações próprias.

O romance é todo seguindo um certo suspense crescente, o leitor é conduzido atrás de algum evento que não sabe necessariamente do que se trata. Mas mais do que a revelação ao final da obra, o que vale é o tortuoso caminho percorrido entre textos acadêmicos, fugas em motéis, jornadas científicas e interpretações histriônicas.

Como curiosidade, a obra não é só datada pelos cabeçalhos das cartas. Há alguns detalhes que revelam a características (já moribundas naquela época) do início dos anos 90: arquivos de computador com apenas oito caracteres e o comentário entre passageiros de táxi sobre a falta de hábito do brasileiro em usar o cinto de segurança.

Pena que o livro é curto e não chega a empolgar como os outros que já li até agora do autor. Mas, de qualquer modo, vale muito mais que uma noite apenas.


		
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mãe

7, maio 07UTC 2011 às 9:31 am | Publicado em desenhos | 1 Comentário

Fiz este desenho, como quem tira uma foto, nas semanas intermináveis de chuva de janeiro.  Minha esposa não saía da janela, observando (numa evidente identificação) uma sabiá que protegia seus pequenos filhotes da água torrencial que caía sem trégua. A sabiá precisava fazer breves saídas para buscar alimento deixando os pequenos pássaros em risco, um dilema. E uma mãe torcia para a outra.

Mãe é isso. Levar toneladas de chuva nas costas, preocupada com os poucos pingos nos filhotes. E ainda colocar o coração onde a vida se faz ameaçada.

Feliz Dia das Mães!

coisa de macho

2, maio 02UTC 2011 às 9:40 pm | Publicado em histórias verídicas que realmente aconteceram | 16 Comentários
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Roubado do blog do Lielson
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O gênero masculino anda em crise e não é de hoje. Desde que o movimento feminista resolveu lutar (com razão) por um melhor lugar feminino na sociedade, os homens passaram a não saber muito bem onde estão.
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Da minha parte, vivo cercado de mulheres. Na faculdade de psicologia, onde trabalho, o sexo feminino é maioria entre docentes e discentes. Em casa, para chegar ao empate, tenho que fazer ainda dois meninos; jogo perdido, portanto. E a área da Educação, onde faço doutorado, é dominado historicamente pelas mulheres. Como abandonei o futebol mesmo antes de me tornar um torcedor moderado e meus amigos mais próximos não costumam ver em botecos e cerveja a melhor opção de lazer, frequento pouquíssimos lugares que são passíveis de rótulo masculino. Que fique claro, não estou me queixando! Adoro as mulheres no entorno e não coloco em dúvida minha orientação sexual. Mas, até onde eu sei, desde que antropologia se entende por ciência, a relação entre os pares é fator importante o fortalecimento da identidade.
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Dito isto, deparei-me com o desafio mensal de cortar o cabelo. Onde? Não queria repetir o ritual em mais um espaço tipicamente feminino. Há algum mal em procurar um lugar de homem que não visse nesta banal atividade motivo para querer melhorar minha autoestima, me informar sobre o universo das novelas e/ou me cobrar mais de 20 pilas por um corte que não dá trabalho algum e que cultivo desde a vida toda? Pois bem, vamos às opções.
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Há as grandes redes de cabelereiras populares, com salões pintados de rosa e esquema de linha de montagem que vão da unha do pé à última técnica de alisamento. Nem pensar, embora o preço seja até amigável, homem nenhum pisa lá dentro. Existem as redes de salões chiquetosos, que contam que um equipe de cabelereiros masculinos em um espaço muitas vezes separado para este público. Mas há dois grandes problemas: o primeiro é que por mais que o cabeleireiro converse contigo sobre o atletiba, ele pára a conversa no meio para oferecer café, chá ou… champanhe! Isso é coisa de tomar na hora de cortar o cabelo? O outro problema é que o corte fica muito mais caro que os 20 reais aceitáveis. Ultimamente tem surgido redes de salões de beleza exclusivamente masculinos, cujo slogam é de que é coisa de macho. Tem cerveja no frigobar, decoração vintage e Playboy espalhada nos balcões. Convenhamos que não é o melhor lugar para ler uma Playboy e, por mais que a decoração busque uma referência masculina, foi feita por uma mulher. O preço também é alto: mais barato é cortar o cabelo por vintão e tomar uma cerveja no boteco. Há, então, os pequenos salões em que a dona corta cabelo e a filha faz a unha. Nestes o preço é bom, mas é preciso conviver com as revistas Caras e Contigo antigas, televisão ligada no Vale a Pena Ver de Novo e as conversas sobre as futilidades do mundo das celebridades. E, é claro, existem as antigas barbearias que fazem barba, cabelo e bigode por preços módicos.  Perfeito! Nas minhas andanças pelo bairro olhei mais atentamente para ver se encontrava alguma.
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Encontrei. Na placa dizia “Cabelereiro Unissex”, mas só tinha o barbeiro de branco cortando o cabelo de um senhor. Entrei e perguntei o valor do corte.
– Vinte reais.
E tinha horário para dali a pouco. Mandou-me sentar e em vão procurei um sofá ou banquinho. Percebi que deveria sentar na outra cadeira em frente ao espelho. Sentei e abri a Tribuna. A manchete principal do jornal alardeava para o empilhamento de corpos no IML de Curitiba. Logo chegou minha vez, troquei de cadeira e já fui explicando que queria manter o mesmo penteado, cortar apenas as pontas porque caso contrário o cabelo arrepia atrás e… percebi que não estava sendo ouvido, o profissional já havia começado seu trabalho. Conversamos sobre o IML, o campeonato paranaense, o trânsito, a região metropolitana. Chegou alguém e perguntou:
– Quanto é só para passar a máquina?
– Vinte reais.
– Vinte reais só para passar a máquina? Tá bom.
Sentou na cadeira ao lado, abriu a Tribuna e esperou. Enquanto isso, o cabeleireiro logo largou a tesoura e pegou o espelho, mostrando-me a nuca sob diversos ângulos: a parte do ritual que indica que o evento chegara ao fim. Paguei, agradeci. Mas o cara acabou com o meu cabelo. Ficou curto, arrepiado, um barbeiro do exército deixaria o milico com um corte mais apresentável!
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Mês que vem estarei lá novamente.

breves entrevistas com homens hediondos

20, abril 20UTC 2011 às 8:33 am | Publicado em literatura | 1 Comentário

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“Este é um ótimo livro sobre relacionamentos e a incapacidade real de comunicação entre os seres humanos.”

É o tipo da frase que me faria evitar a todo custo a obra mencionada, dado o número de livros de autoajuda, romance e poesia baratas que trataram de banalizar os temas. Ainda bem que “Breves Entrevistas com Homens Hediondos”, de David Foster Wallace, não me foi apresentado assim (embora seja até uma boa descrição da coletânea de contos).

A primeira coisa do Wallace que tive contato  foi o trecho do discurso que ele proferiu como paraninfo em uma cerimônia de formatura, publicado na revista piauí  por ocasião do seu suicídio, em 2008. Esqueça o discurso do Steve Jobs como exemplo de oratória em formaturas; esta pequena peça, sim, é realmente impressionante. Busquei então o que  havia do autor em português e encontrei o “Breves Entrevistas”, que entrou para a fila  das minhas leituras. Só agora consegui terminá-lo.

Não é uma leitura que permita velocidade, é preciso tempo para digeri-lá. Mas nem tanto pela estrutura (Wallace apresenta uma literatura quase experimental, com recursos como listas de respostas sem as perguntas, fórmulas maemáticas e notas de rodapé mais abundantes e importantes que o próprio texto, só para citar algumas estratégias mais simples de descrição). É muito mais pelo conteúdo. É um chute no saco, um pé no peito, unha na carne, um dedo na ferida mesmo, como quiser. As ideias são tratadas com uma crueza e despudoramento de quem não tem nada a perder.

E falando em perder, não dá para deixar de notar algumas temáticas depressivas/suicidas já presentes no decorrer dos contos: o diálogo egocêntrico e monótono do depressivo, o (mal) efeito das medicações, a psicoterapia que não anda e o próprio suicídio de maneira velada ou clara.

Mas, mais do que pelos contos, Wallace recebe elogios unânimes da crítica internacional principalmente pelos seus romances, que não me atrevo a ler em inglês. Agora mesmo está sendo lançada uma obra incompleta póstuma. É de se lamentar o fim de um escritor genial da maneira como aconteceu.

Poucas vezes vi relacionamentos humanos e a comunicação tão bem representadas como nos contos deste livro. Coisa que só a boa arte consegue fazer.

o nível da pós-graduação no Brasil

13, abril 13UTC 2011 às 9:23 pm | Publicado em desenhos, educação | 3 Comentários
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Dedico estes quadrinhos à atual política de resultados da CAPES e do CNPq.

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sobre o tempo

11, abril 11UTC 2011 às 10:31 pm | Publicado em cotidiano, paternagem | 10 Comentários

Ultimamente tenho pensando muito em  três coisas.  Tempo, trabalho e dinheiro.

“Ter tempo é uma questão de dar prioridade” e “o tempo é igual para todos: desperdiçá-lo ou ocupá-lo bem é escolha pessoal” são duas afirmações bastante desgastadas, mas que não deixam de ser verdadeiras. Em outras palavras, que escolhas devem ser feitas e que prioridades devem ser dadas para um melhor uso do tempo?

Caso a opção seja gastar o tempo prioritariamente trabalhando – e este trabalho seja remunerado – a consequência direta é o dinheiro. Caso a opção seja gastar o tempo em trabalho não remurado, a consequencia é a ausência dele.

Pois bem, desde que as meninas nasceram optei por priorizar o labor não remunerado de cuidar delas, abandonando várias horas de trabalho remunerado. Gastar mais tempo com elas é esforçar-se mais do que sem elas, mas é a tal da escolha e da prioridade necessária. Nisso é curioso como pais experientes fazem seus comentário a respeito do trabalho quando vêm duas crianças bem pequenas. A maior parte tece  considerações que vão nesta linha:

“Filho é igual jogo de vídeo-game. A cada fase fica mais difícil.”

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“Filhos pequenos, problemas pequenos.  Filhos grandes, problemas grandes.”

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“Ah, que saudade quando os meus tinham essa idade. Agora é que não vivo mais tranquila…”

 

E por aí vai. Mas é claro que tem aqueles que afirmam que a coisa fica cada vez fácil na medida que crescem. Minha percepção vai mais neste sentido. Parece que a coisa toda fica mais fácil a cada mês. E guardo uma secreta convicção de que quanto mais trabalho dedicado nas idades iniciais, menos trabalho necessário nas idades futuras.

Dito isto, fica claro que sobra menos tempo para outras atividades. Por isto, tenho priorizado a vida off-line, na linha do “quero fica na geração 1.0“.   Meu twitter tem problemas de conexão no computador de casa (o que é uma certa dádiva, ao evitar exageros) e reluto em criar meu perfil no Facebook. Mas senti falta de atualizar este blogue (aliás, blogue já está ficando uma coisa ultrapassada: além de me orgulhar de ter feito curso de datilografia e ter usado o DOS, daqui a pouco será motivo de orgulho retrô ter blogue). Mas, mesmo com pouco tempo (que vai aumentando) e quase sem dinheiro (que vai diminuindo), volto ao prazeiroso trabalho não remunerado de deixar as águas dos meandros rolarem. E que venham as próximas fases!

 

menos blogues, mais livros

23, janeiro 23UTC 2011 às 9:37 pm | Publicado em desenhos, meandros | 3 Comentários

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Imagem encontrada aqui, daqui.

troféu meandros 2010

27, dezembro 27UTC 2010 às 12:14 am | Publicado em sem categoria melhor | 8 Comentários

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Queridos poucos (porém sinceros) leitores. Este blogue por enquanto não acabou. E para provar sua sobrevida, me vejo na obrigação de pelo menos publicar o já tradicional Troféu Meandros edição 2010. (Outras edições: 2006, 2007, 2008 e 2009)

O ano que se finda foi muito diferente de tudo o que já havia experimentado. Nunca na história deste país estive tão atarefado, tão emocionado, tão reflexivo, tão exausto, tão alerta, tão… intensamente mergulhado no presente. É o que faz paternidade, principalmente ao ser pai de gêmeas pequenas e tendo outros detalhes menores para cuidar como o emprego e o doutorado. Creio que eu e minha esposa estamos nos saindo melhor que o combinado, mas obviamente tivemos que fazer algumas escolhas e sacrifícios.

Dentre o que abri mão (além de obviamente querer manter um blogue atualizado), está a possibilidade de manter-me atualizado nas áreas da cultura e do entretenimento, assunto que diz respeito ao troféu deste post. Li, ouvi, assisti, joguei o que pude, muito menos que em outras eras. Listo agora o que encontrei de melhor nesta parca experiência cuja prioridade foi para a vida de verdade.

Melhor Disco

A vantagem da música é que é possível escutá-la por mais ocupado que se esteja.


1.  Amar La Trama – Jorge Drexler

O Drexler é um cantor cujas letras e melodias precisam ser apreciadas com atenção, o que ocorre naturalmente. A opção pela gravação deste disco “ao vivo” para um programa de tevê deixou o som mais orgânico e envolvente. Destaque para a canção Noctiluca, a melhor representação da paternidade (que falava acima) que encontrei até agora.

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2. Música de Brinquedo – Pato Fu

Embora este disco não tenha nenhuma música de autoria da banda, a impressão é que o Pato Fu nunca foi tão Pato Fu ao gravar sucessos idos só com instrumentos de brinquedo. Os arranjos e o leite de pedra que tiraram de instrumentos tão limitados são impressionantes!

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3. Délibáb – Vitor Ramil

Entre outras coisas boas, o Vitor Ramil costuma fazer interpretações de músicas tradionalistas gauchescas com uma classe de MPB que não se encontra mais em lugar nenhum. No disco, isto é mesclado com algumas milongas do Jorge Luis Borges. Vale muito a pena ler também o texto do encarte, que fundamenta teóricamente (!) tudo o que está registrado em áudio. Na estética do frio.

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Melhor Livro

Uma das grandes vantagens de se fazer um doutorado é ter acesso a uma biblioteca de porte com livros que felizmente não tem nada a ver com a tese.

1. Lavoura Arcaica – Raduan Nassar

Taí um tesouro da literatura nacional que eu desconhecia. Obrigatório, só isso.

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2. Desesperados – Paula Cox

Outra obra selecionada quase ao acaso (ou pelo destino) que surpreendeu.  Uma história aparentemente simples, sobre um o desespero do arranhão de um gato.  Mas com muitas camadas , como se diz por aí.

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3. Cinzas do Norte – Milton Hatoun

O livro que me faltava para completar a leitura das grandes obras do Hatoun. Magistral, como as demais.

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Melhor HQ

Porque quadrinhos não são literatura, mas podem ser até melhor.

1. Julia: Aventuras de uma Criminóloga

Os roteiros do Bonelli são o que há de melhor nos quadrinhos atuais. Sempre, sempre surpreendentes.  A emoção adicional este ano foi por conta da promessa da editora Mithos em cancelar a publicação. Parece que voltaram atrás. Mas se eu fosse você, acompanhava também as deduções da Júlia e ajudava a garantir a publicação desta preciosidade mensalmente.

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2. Frango com Ameixas

Embora não conte com o fôlego épico de Persépolis, Marjane Satrapi consegue manter a mão (o que não é pouca coisa) ao contar uma breve história do fim da vida de um tio artista. Um história bem contada. Precisa de algo mais?

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3. 90 Livros Clássicos para apressadinhos.

Embora o livro do sueco Henrik Lange sugira  uma iniciação aos clássicos, as piadas (engraçadíssimas, aliás) só funcionam bem quando o resumo de quatro quadrinhos (três, descontando o título) dizem respeito a um livro que o leitor conhece. Mas me permitiu também conhecer o essencial de obras que eu nunca leria (eu nem sabia que Rambo era um livro e muito menos que o  coronel Trautman o mata no final) e saber o spoiler de obras que pretendo ler…  Nada melhor na época do twitter.

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Melhor blogue

Sempre tem alguma coisa boa passando na internet.

1. Catatau

Além dos belos textos de praxe, excelente cobertura da eleições estaduais e nacional, com reflexões difíceis de encontrar em outros nichos.

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2. Transporte Humano

Enquanto o luddista se recupera e o Apocalipse Motorizado ainda toma distância para saltos maiores, o GTH está suprindo muito bem este espaço de discussão da mobilidade sustentável, da relação entre pessoas e a cidade.

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3. Os Trigêmeos

Há muitos blogues sobres bebês/filhos por aí. Bem escritos, poucos. Escritos sob uma ótica masculina, pouquíssimos. O Otávio faz bem as duas coisas ao contar sobre seus três, agora no Canadá.

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Melhor Filme

Posso contar nos dedos (de uma mão) os filmes que consegui assistir este ano. (E agradeço a iniciativa do Cine Materna que permite que pais e bebês possam ir ao cinema juntos!)

1. Avatar

Assisti em janeiro, então é 2010 ainda.  Indicação feira puramente pela experiência sensorial.

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2. Saneamento Básico

Humor que se transforma em bons bordões no cotidiano. Inesquecível Selene Segall.

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3. Lavoura Arcaica

Estou para ver um filme mais fiel ao livro. Excetuando o fato de que há algumas objetivações que no livro é pura subjetividade, a versão é e extremamente complementar.

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Melhor Show

Se posso contar numa mão o número de filmes, posso contar em um dedo o número de shows.

1. Banda Gentileza + Móveis Coloniais de Acaju

Foi “O” show do ano. E provavelmente continuaria sendo mesmo se eu fosse em outros. Conseguimos (não sem uma boa dose de culpa),  deixar as crianças com os avós e conferir as bandas que ganharam o Troféu Meandros do ano passado na categoria melhor disco. Tudo o que falam do Móveis é verdade, eles levam a plateia na mão e a impressão que deu é que não houve maior animação por falta de espaço no palco do Espaço Cult. E a banda Gentileza, cujo único defeito parece ser a maldição das bandas curitibanas em não deslanchar além das margens do rio Belém, não fez nada feio.

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Melhor jogo de videogame

Esse foi o ano do Nintendo DS, já que a vida só permitiu partidas curtinhas para distrair.

1. Soul Bubbles

Um joguinho muito bonito, relaxante e com uma dinâmica muito bem elaborada. O tipo de jogo que aproveita ao máximo a plataforma em que está inserido.

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2. PICROSS 3D

Um videogame precisa proporcionar momentos melhores que um jornal com sudoku ou palavra-cruzada. O Picross consegue, e bem.

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3. Sonic Colors

Ah, o bom e velho Sonic de volta. E na sua melhor forma.

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Parabéns a todos os contemplados. Agora recebam o Troféu Meandros no conforto de seus sonhos.

lição de xadrez

29, agosto 29UTC 2010 às 8:32 pm | Publicado em desenhos | 6 Comentários
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Como a última eleição para presidente, esta também vai ser decidida por um princípio do xadrez.

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antropomorfismo

19, agosto 19UTC 2010 às 10:55 pm | Publicado em cotidiano, fotos fodásticas (ou nem tanto) | 2 Comentários
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Sim, este blogue anda mais parado que água de poço. As demandas do mundo real são bem mais urgentes que um senso do dever de manter atualizações internéticas.

Mas, em respeito aos meus poucos (porém sinceros) leitores, um resumo ilustrado das últimas notícias.

A dose diária do Alberto Montt.

Quebrei o pé pedalando minha (ex-) fixa em um acidente como o do gueparto acima. A fratura já consolidou e estou quase com todos os movimentos recuperados. Quebrar o pé é pior que quebrar o braço. Já é minha sexta fratura ao longo da vida.

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Postal de 18 anos do Restaurante Green Life. Foto de Maurilio Cheli.

Os sabiás aí de cima lembram muito o cotidiano aqui de casa. Por que será? (Versão mamãe.)

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Uma dessas imagens da internet, modificada segundo a realidade local.

Os macacos aí de cima lembram muito o cotidiano aqui de casa. Por que será? (Versão papai.)

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