menos gasolina, mais adrenalina

29, janeiro 29UTC 2008 às 10:50 pm | Publicado em curitiba | 6 Comentários

Auto-plagiando um post antigo com um artigo novo.

A propaganda oficial.

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A propaganda extra-oficial.

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* Tá certo que a pista desenhada está mais para ciclovia do que para ciclofaixa, mas foi o que deu para fazer com a imagem.

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repare

12, janeiro 12UTC 2008 às 3:24 pm | Publicado em literatura | 8 Comentários
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5 anos atrás dei uma fuçada na biblioteca do hotel do camping em que eu estava. Por biblioteca do hotel, entenda como algumas dezenas de livros empilhados num quartinho esquecido. A grande maioria dos livros eram versões empoeiradas de títulos que nem os piores sebos aceitariam comprar. Havia, no entando, um exemplar novo de um autor desconhecido para mim (porém de uma boa editora) que resolvi dar crédito. Sem querer, foi a melhor coisa que fiz naquelas férias.

Em quatro ou cinco dias, solitário (mas feliz), li o livro todo. Que livro? “Reparação”, do escritor inglês Ian McEwan (se clicar no link, verá meu comentário da época no site da editora, tão empolgado que fiquei).

Que surpresa quando, procurando o que fazer nas férias atuais, encontrei a versão cinematográfica deste livro estreando. O filme se chama “Desejo e Reparação“. O que já não gostei de cara: por que não simplesmente “Reparação”, como no filme e no livro original em inglês? Talvez porque o diretor seja o mesmo de “Orgulho e Preconceito” e, como por aqui ninguém conhece o livro, talvez vá ao cinema pela semelhança do título com o filme anterior (e também com “Razão e Sensibilidade”, de outro diretor, mas do mesmo autor literário) . Fico pensando agora se o próximo filme do diretor Joe Wright for uma adaptação do romance “Melancia“? Vai se chamar como? “Banana e Melancia”?

Mas adianto que foi a única coisa que não gostei. Para ter uma idéia, antes de começar o filme percebi que finalmente estava realizando um sonho antigo: iria assistir um filme no cinema sozinho. Não sozinho sem companhia: sozinho sem mais ninguém na sala… Praticamente uma sessão particular! Eu já tinha tentado realizar este sonho antes, freqüentando filmes pouco famosos em horários alternativos nos cinemas da Fundação Cultural de Curitiba (o cine Luz e o saudoso cine Ritz), mas sempre aparecia um ou dois perdidos para estragar minha alegria. Agora que eu já tinha desistido faz tempo, realizo meu sonho sem querer ao freqüentar a primeira sessão da sexta-feira.

Com a vantagem de poder me espreguiçar sem culpa e fazer o barulho que quiser sem atrapalhar ninguém, daí em diante foi só alegria: foi um ótimo filme! Fidelíssimo ao livro, com soluções visuais e auditivas como nunca vi em uma adaptação. O leitor desavisado que comece ver “Reparação” (vou deixar o “Desejo” de lado) pode até pensar no início que é um filme arrastado e de mulherzinha, dado suas cores e diálogos iniciais. Mas, como no livro, o filme vai crescendo, muito bem amarrado por um ótimo enredo e edição, até o seu final surpreendente. Tá certo, as cenas da guerra me tiraram muito mais o fôlego no livro, mas o filme não fica muito atrás. “Reparação” merecia mais espectadores na sua estréia.

Bom, fica aí a dica de duas boas obras. Por mais que seja bom ler um bom livro sozinho ou até ver um bom filme solito, faz parte da nossa natureza querer compartilhar o que é bom. Me acompanha?

meandros do comportamento humano

10, janeiro 10UTC 2008 às 9:37 am | Publicado em meandros | 2 Comentários

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(Ilustração de Maurice Mechan no livro “Freud para Principiantes”)

“Freud recebeu um prêmio literário: o Prêmio Goethe, muito merecido visto a amplitude de sua contribuição à literatura mundial de ficção. É possível, evidentemente, preferir a seu contemporâneo Marcel Proust, que explorou com atrevimento, objetividade e sinceridade os meandros do comportamento humano, sem recorrer ao sistema psicanalítico.”

Um dos muitos (bons) comentários irônicos/sarcásticos/maldosos presentes no “Le Livre Noir de la Psychanalise / El Libro Negro del Psicoanálisis”, que mesmo depois da grande repercussão na França e na Argentina, ainda não foi lançado no Brasil. (Edição argentina, 2007, p. 146)

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